quarta-feira, 27 de setembro de 2023

Ex 06 - Circuitos Eletropneumáticos - Comando Temporizado Eletropneumático de Dispositivo de Rebitagem de chapas

Rebitagem de chapas: Ao acionar-se dois botões simultaneamente, um cilindro tandem deverá rebitar duas chapas sendo comandado por uma válvula de segurança bimanual.
Solução: São acionados dois botões 1.2 e 1.4. Se ambos os sinais estão presentes em um determinado tempo inferior a 0,5s o bloco de segurança bimanual deixa passar o sinal. A válvula Y1 muda de posição e a haste do cilindro avança rebitando as placas.
Este diagrama eletropneumático elaborado pelo Prof. Sinésio Gomes está disponíveis no link: Ex 12 - Dispositivo de Rebitagem de chapas - Automação Eletropneumática  ;
© Direitos de autor. 2017: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 23/05/2017

segunda-feira, 25 de setembro de 2023

EX 05 - Circuitos Eletropneumáticos - Temporizador com retardo na desativação para controle de eletroválvulas

A figura 01 representa uma coquilhadeira.
As coquilhadeiras normalmente utilizadas em fundições podem possuir um sistema automático de retirada de metais fundidos de dentro dos fornos. 
O funcionamento deste sistema depende do movimento de avanço e retorno de um atuador de dupla ação.
Para o início da operação, ou seja, para transportar o metal do forno para o molde, devemos recuar o atuador por meio do acionamento de um botão. 
O avanço do atuador é feito automaticamente, sem o auxílio de um fim-de-curso ( todo o processo deve ser feito lentamente ) .
Elaborar o circuito pneumático para este dispositivo e relacionar os componentes a serem utilizados.

Este diagrama eletropneumático elaborado pelo Prof. Sinésio Gomes está disponíveis no link: 17_03_36 - Exercício 36 - Coquilhadeira Eletropneumático ;

© Direitos de autor. 2017: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 07/03/2017

sábado, 23 de setembro de 2023

EX 04 - Circuitos Eletropneumáticos - Temporizador com retardo na ativação para controle de eletroválvulas

A figura 01 representa um Silo. Um atuador de dupla ação é utilizado para abrir o silo. Após acionar um botão, o atuador deverá retornar.
O avanço deverá ocorrer somente depois de um tempo pré-ajustado. O avanço e retorno do atuador deverá ocorrer lentamente.
Elaborar o circuito pneumático e relacionar os componentes a serem utilizados.
Este diagrama eletropneumático elaborado pelo Prof. Sinésio Gomes está disponíveis no link: 17_03_35 - Exercício 35 - Silo Eletropneumático ;

Outro diagrama eletropneumático elaborado pelo Prof. Sinésio Gomes está disponíveis no link: 23_02_05 - Exercício 35 - Silo Eletropneumático ;

© Direitos de autor. 2017: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 13/02/2023

quinta-feira, 21 de setembro de 2023

EX 03 - Circuitos Eletropneumáticos - Comando bimanual de um atuador de dupla ação

A figura 01 representa um dispositivo para cortar chapas. O avanço do atuador de dupla ação pode ser feito de dois pontos diferentes, e após o deslocamento da chapa ela será cortada. Ao desacionar um dos botões, o atuador irá retornar rapidamente.
Elaborar o circuito eletropneumático e relacionar os componentes a serem utilizados.

Este diagrama eletropneumático elaborado pelo Prof. Sinésio Gomes está disponíveis no link: 17_03_34 - Exercício 34 - Dispositivo de Cortar Chapas Eletropneumático ;

Outro diagrama eletropneumático elaborado pelo Prof. Sinésio Gomes está disponíveis no link: 22_03_04 - Exercício 04 - Dispositivo de Cortar Chapas Eletropneumático ;

© Direitos de autor. 2017: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 07/03/2017

terça-feira, 19 de setembro de 2023

EX 02 - Circuitos Eletropneumáticos - Comando para ambidestro de um atuador de simples ação

A figura 01 representa um dispositivo de controle de qualidade visual.
Num processo de fabricação de peças, o controle de qualidade é realizado visualmente, por um  operador.
As peças aprovadas são destinadas à esteira 1 e as peças reprovadas serão retrabalhadas e para isso serão destinadas à esteira 2. 
Há na máquina uma segunda botoeira para caso o operador seja destro.
Ao detectar uma peça para retrabalho, o operador irá acionar um pedal para que o atuador de simples ação avance e desloque a peça à esteira 2. O retorno do atuador ocorre automaticamente.

Este diagrama eletropneumático elaborado pelo Prof. Sinésio Gomes está disponíveis no link: 17_03_33 - Exercício 33 - Controle de Qualidade Eletropneumático ;

Outro diagrama eletropneumático elaborado pelo Prof. Sinésio Gomes está disponíveis no link: 22_03_03 - Exercício 03 - Controle de Qualidade Eletropneumático ;

© Direitos de autor. 2017: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 07/03/2017

domingo, 17 de setembro de 2023

Ex 01 - Circuitos Eletropneumáticos - Comando Temporizado com retardo na ativação

Exercício 35 - Caçamba de Fundição Eletropneumática Temporizada
Acionamento de uma caçamba de fundição: Mediante um botão, a descida da colher de fundição deve realizar-se lentamente.
O comando para o retorno da colher deve ser produzido de forma automática, ao fim de 10 segundos.
Solução: Todas a válvulas são alimentadas da unidade de conservação. Ao acionar-se a Botoeira 1.2, a colher baixa lentamente.
Ao alcançar a posição final dianteira, ao fim de 10 segundos o temporizador T1 inverte a válvula Y1, a colher sobe lentamente.
Este diagrama eletropneumático elaborado pelo Prof. Sinésio Gomes está disponíveis no link: 17_03_35 - Ex 35 - Caçamba de Fundição Eletropneumática Temporizada;
© Direitos de autor. 2017: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 22/05/2017

sábado, 16 de setembro de 2023

Aula 25 - Técnicas de Comando Eletropneumático

Comando Eletropneumático direto
Operação: A haste de um cilindro de dupla ação deve avançar ao comando direto de um botão pulsador (S1), e recuar ao comando de outro botão (S2). 
Neste caso usamos:
  • Dois botões pulsadores normal aberto: S1 - verde e S2 - Preto;
  • Uma válvula V1 de 5 vias duas posições acionamento por solenoide: Y1 e Y2.
  • Um Atuador de dupla ação: A1.

Comando Eletropneumático indireto
Operação: A haste de um cilindro de simples ação deve avançar ao comando indireto de um botão com trava (S1). Ao destravar o botão a haste retorna à posição inicial. 
Neste caso usamos:
  • Um botão retentivo ou seletor de duas posições fixas: S1 - Seletor com knob curto;
  • Um contator auxiliar com quatro contatos abertos: K1;
  • Uma válvula V1 de 3 vias duas posições acionamento por solenoide Y1 e retorno por mola.
  • Um Atuador de simples ação: A1.
Comando em série
Operação: A haste de um cilindro de dupla ação deve avançar ao comando indireto e simultâneo de dois botões pulsadores (S1 e S2) permanecendo avançada enquanto os botões estiverem acionados e retornando à posição inicial se um deles estiver desacionado. 
Neste caso usamos:
  • Dois botões pulsadores normal aberto: S1 - verde e S2 - Preto;
  • Um contator auxiliar com quatro contatos abertos: K1;
  • Uma válvula V1 de 5 vias duas posições acionamento por solenoide: Y1e retorno por mola.
  • Um Atuador de dupla ação: A1.


Comando em paralelo
Operação: A haste de um cilindro de dupla ação deve avançar ao comando indireto e opcional de dois botões (S1 ou S2), permanecendo avançada enquanto um dos botões estiver acionado, retornando à posição inicial se ambos estiverem desacionados. 
Neste caso usamos:
  • Dois botões pulsadores normal aberto: S1 - verde e S2 - Preto;
  • Um contator auxiliar com quatro contatos abertos: K1;
  • Uma válvula V1 de 5 vias duas posições acionamento por solenoide: Y1 e retorno por mola.
  • Um Atuador de dupla ação: A1.

Comando com auto retenção de sinal: Liga-dominante
Operação: A haste de um cilindro de dupla ação deve avançar ao comando indireto de um botão pulsador (s1), permanecendo avançada mesmo após ter sido desacionado o botão, e somente retornando à posição inicial ao acionar-se outro botão (S2)
Obs.: O avanço da haste prevalece se acionarmos os dois botões simultaneamente.
O contato que interrompe o sinal é colocado em série com o contato de selo do relé. Neste caso usamos:
  • Um botão pulsador normal aberto: S1 - verde;
  • Um botão pulsador normal fechado: S2 - vermelho;
  • Um contator auxiliar com quatro contatos abertos: K1;
  • Uma válvula V1 de 5 vias duas posições acionamento por solenoide: Y1 e retorno por mola.
  • Um Atuador de dupla ação: A1.
Comando com auto retenção de sinal: Desliga-dominante
Operação: A haste de um cilindro de dupla ação deve avançar ao comando indireto de um botão pulsador (S1), permanecendo avançada mesmo após ter sido desacionado o botão, e somente retornando à posição inicial ao acionar-se outro botão (S2)
Obs.: A haste permanece recuada se acionarmos os dois botões simultaneamente.
O contato que interrompe o sinal é usado como elemento de segurança ou emergência. Neste caso usamos:
  • Um botão pulsador normal aberto: S1 - verde;
  • Um botão pulsador normal fechado: S2 - vermelho;
  • Um contator auxiliar com quatro contatos abertos: K1;
  • Uma válvula V1 de 5 vias duas posições acionamento por solenoide: Y1 e retorno por mola.
  • Um Atuador de dupla ação: A1.
Comando de ciclo único
Operação: A haste de um cilindro de dupla ação deve avançar ao comando de um botão pulsador e, ao atingir a posição final dianteira, retornar automaticamente à posição inicial. A velocidade de avanço deve ser controlada. 
Neste caso usamos:
  • Um botão pulsador normal aberto: S1 - verde;
  • Um sensor fim de curso normal aberto com acionamento por rolete: SN1;
  • Dois contatores auxiliar com quatro contatos abertos: K1 e K2;
  • Uma válvula V1 de 5 vias duas posições acionamentos por solenoide: Y1 e Y2.
  • Um Atuador de dupla ação: A1.
Comando de ciclo contínuo
Operação: A haste de um cilindro de dupla ação deve avançar ao comando de um botão com trava (S1) e, ao atingir a posição final dianteira, permanecer continuamente em movimento de avanço e retorno. Ao destravar o botão a haste deve retornar a posição final traseira. A velocidade de avanço deve ser controlada. Neste caso usamos:
  • Um botão retentivo ou seletor de duas posições fixas: S1 - Seletor com knob curto;
  • Dois sensores fim de curso normal aberto com acionamento por rolete: SN1 e SN2;
  • Dois contatores auxiliar com quatro contatos abertos: K1 e K2;
  • Uma válvula V1 de 5 vias duas posições acionamentos por solenoide: Y1 e Y2.
  • Um Atuador de dupla ação: A1.
Comando com retardo na ativação
Operação: 
Este tipo de circuito utiliza relé 
temporizador com retardo na ativação com a finalidade, de ligar ou desligar contatos, em função de um determinado tempo que pode ser regulável.
Relés com retardo na ativação: Representação do circuito e comportamento do sinalNeste caso usamos:
  • Um botão retentivo ou seletor de duas posições fixas: S1 - Seletor com knob curto;
  • Um temporizador  com um contatos reversível: T ON;
  • Uma válvula V1 de 3 vias duas posições acionamento por solenoide Y1 e retorno por mola.
  • Um Atuador de simples ação: A1.
Comando com retardo na desativação
Operação:
Este tipo de circuito utiliza relé
temporizador com retardo na desativação com a finalidade, de ligar ou desligar contatos, em função de um determinado tempo que pode ser regulável.
Relés com retardo na ativação: Representação do circuito e comportamento do sinal. Neste caso usamos: 
  • Um botão retentivo ou seletor de duas posições fixas: S1 - Seletor com knob curto;
  • Um temporizador  com um contatos reversível: T OFF;
  • Uma válvula V1 de 3 vias duas posições acionamento por solenoide Y1 e retorno por mola.
  • Um Atuador de simples ação: A1.
Comando de Inversão e corte de sinal em dependência de tempo
Operação: A haste de um cilindro de dupla ação de vê avançar ao comando de um botão pulsador e permanecer avançada por 5 segundos, retornando à posição inicial depois de decorrido o tempo. Controlar a velocidade de avanço. 
Neste caso usamos:
  • Um botão retentivo ou seletor de duas posições fixas: S1 - Seletor com knob curto;
  • Dois sensores fim de curso normal aberto com acionamento por rolete: SN1 e SN2;
  • Um contator auxiliar com quatro contatos abertos: K1;
  • Um temporizador  com um contatos reversível: T ON;
  • Uma válvula V1 de 3 vias duas posições acionamentos por solenoide Y1 e Y2.
  • Um Atuador de dupla ação: A1.
© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 06/02/2016

sexta-feira, 15 de setembro de 2023

Ex 06 - Circuitos Eletropneumáticos Básicos - Comando Eletropneumático com bloqueio

Figura 01: Esboço de Disposição e solução.
Distribuição de caixas: O deslocamento de uma esteira de rolos deve ser efetuado mediante o acionamento de dois botões, de forma tal que, na liberação destes deve manter a posição correspondente. as duas solenóides não devem ser acionadas ao mesmo tempo e deve ter uma botoeira para desligar o circuito.
Solução: Acionando-se a botoeira S 1, a válvula Y1 muda de posição pelo comando do contator K1. A haste do cilindro de dupla ação avança deslocando a esteira de rolos para a segunda posição. Esta posição será mantida ate que seja emitido um sinal seguinte por meio da botoeira S2 que, pilotando em K2, a válvula Y2 leva esta ultima a comutação, provocando o retorno da haste do cilindro.
Este diagrama eletropneumático elaborado pelo Prof. Sinésio Gomes está disponíveis no link: 17_03_34  Ex 04 - Distribuição de caixas - Acionamento  com bloqueio  ;
© Direitos de autor. 2017: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 17/05/2017

quarta-feira, 13 de setembro de 2023

EX 05 - Circuitos Eletropneumáticos Básicos - Comando indireto retentivo de um atuador de simples ação

Você foi contratado com Auxiliar Técnico em uma Empresa de Fabricação de Painéis Pneumáticos para utilização em uma Máquina que dispões de um dispositivo molda chapas, onde o funcionamento é definido através de um circuito eletropneumático com comando manual.

Na atuação de seu trabalho lhe foi passado pelo gerente à proposta de desenvolver junto com seu colega de setor: o Croqui, o Diagrama Eletropneumático, a Descrição de Funcionamento e a Lista de Peças do conjunto a ser montada pela equipe técnica segundo as especificações descritas em manual de fabricante.
Diagrama disponível em:
15_02_011 Molda Chapa Eletropneumático.pdf
O funcionamento deste dispositivo baseia-se no avanço de um cilindro de simples ação que molda chapas, retornando em seguida à sua posição inicial para uma nova alimentação. O avanço do atuador ocorre através do acionamento de um botão e o recuo pelo acionamento de outro botão.

© Direitos de autor. 2014: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 26/02/2015

segunda-feira, 11 de setembro de 2023

EX 04 - Circuitos Eletropneumáticos Básicos - Comando indireto retentivo de um atuador de simples ação

Por intermédio de uma Botoeira Verde 1.2 (NA), deve-se fixar peças em uma morsa. A peça deverá permanecer fixa ao ser liberado o acionamento da botoeira.
Solução: Acionado-se a válvula direcional 3/2 vias, a haste do cilindro avança. Ao liberar-se o contator através da botoeira 1.2 a haste do cilindro permanece avançada por causa do selo. O retorno efetua-se pelo destravamento através de outra Botoeira Vermelha 1.1 (NF).

Este diagrama eletropneumático elaborado pelo Prof. Sinésio Gomes está disponíveis no link: Diagrama eletropneumático 01:  EX01 Fixa Peças - Retentivo ;

© Direitos de autor. 2017: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 15/05/2017


domingo, 10 de setembro de 2023

EX 03 - Circuitos Eletropneumáticos Básicos - Comando direto retentivo de um atuador de simples ação

 EX03 - Acionamento Eletropneumático Direto Retentivo

O funcionamento deste dispositivo baseia-se no avanço de um atuador de simples ação que fixa as peças, mantendo a  sua posição após acionamento.
O avanço do atuador ocorre através do acionamento de um botão e o retorno pelo desacionamento do mesmo.
Elaborar o circuito pneumático com acionamento direto para este dispositivo e relacionar os componentes a serem utilizados.
Este diagrama pneumático elaborado pelo Prof. Sinésio Gomes está disponíveis no link:  Exercício 33 - Dispositivo que fixa Peças Eletropneumático;
 
© Direitos de autor. 2017: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 03/05/2026

sábado, 9 de setembro de 2023

EX 02 - Circuitos Eletropneumáticos Básicos - Comando direto negado de um atuador de simples ação

Exercício 32 - Dispositivo de Abertura de Caldeira
A figura 01 representa um dispositivo de abertura de caldeira.Um cilindro de simples ação tem a função de abrir e fechar a porta de uma caldeira e deverá ser controlado por uma eletroválvula direcional com retorno por mola , sendo que , no acionamento promove-se o recuo, no desacionamento, o avanço.
Elaborar o circuito pneumático com acionamento direto para este dispositivo e relacionar os componentes a serem utilizados.
Este diagrama pneumático elaborado pelo Prof. Sinésio Gomes está disponíveis no link: 17_03_32 - Exercício 32 - Dispositivo de Abertura de Caldeira Eletropneumático ;
© Direitos de autor. 2017: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 03/04/2017

quarta-feira, 6 de setembro de 2023

EX 01 - Circuitos Eletropneumáticos Básicos - Comando direto coincidente de um atuador de simples ação

EX01 - Acionamento Eletropneumático Direto Coincidente
O funcionamento deste dispositivo baseia-se no avanço de um atuador de simples ação que desloca as peças para dentro de um sistema, retornando em seguida à sua posição inicial para uma nova alimentação.
O avanço do atuador ocorre através do acionamento de um botão e o retorno pelo desacionamento do mesmo.
Elaborar o circuito pneumático com acionamento direto para este dispositivo e relacionar os componentes a serem utilizados.
Este diagrama pneumático elaborado pelo Prof. Sinésio Gomes está disponíveis no link: 17_03_31 - Exercício 31 - Dispositivo que Desloca Peças Eletropneumático;
© Direitos de autor. 2017: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 03/05/2017

sábado, 2 de setembro de 2023

Aula 24 - Elementos de Entrada de Sinais e Comando Eletropneumático

Elementos de entrada de sinais elétricos
São elementos que quando acionados emitem um sinal elétrico, que tem como função acionar ou desligar um circuito ou parte dele. Entre os principais elementos de entrada de sinais estão:

Botoeiras → São chaves elétricas acionadas manualmente que apresentam, geralmente, um contato aberto e outro fechado. De acordo com o tipo de sinal a ser enviado ao comando elétrico, as botoeiras são caracterizadas como pulsantes ou com trava. Veja ilustração da botoeira não pressionada.

Chaves fim de curso → Possuem o mesmo funcionamento das botoeiras, porém, o acionamento é através do próprio equipamento, ou seja, são acionadas mecanicamente. As chaves fim de curso são, geralmente, posicionadas no decorrer do percurso de cabeçotes móveis de máquinas e equipamentos industriais, bem como das hastes de cilindros hidráulicos e ou pneumáticos.

Sensores → Não necessitam de contato manual ou mecânico para o envio de sinal, são elementos mais sofisticados, porém, a função é a mesma dos elementos anteriores. O acionamento dos sensores, entretanto, não depende de contato físico com as partes móveis dos equipamentos, basta apenas que estas partes aproximem-se dos sensores a uma distância que varia de acordo com o tipo de sensor utilizado.

Tipos de sensores
Para especificar um sensor deve-se conhecer o material do objeto à detectar. Os tipos de sensores mais comuns são:
Magnéticos → São sensores que operam com campo magnético, detectam apenas magnetos.
Os Sensores Magnéticos atuam por meio de campos magnéticos e são especialmente utilizados para detecção de posicionamento de pistão em cilindros pneumáticos. Usados para a detecção de posições sem contato ou desgaste e ruptura, por exemplo, na indústria de alimentos em combinação com os dispositivos de limpeza que passam pelo interior das tubulações, podem acusar a presença de ímãs através de paredes de metal não-ferroso, aço inoxidável, alumínio, plástico ou madeira, desde que os campos magnéticos penetrem em todos os materiais não-magnetizáveis. Utilizáveis para instalação faceada ou não, encontram-se disponíveis em vários modelos para aplicações orientadas. Tensão de alimentação VCC/VCA e grau de proteção IP67
Indutivos → São sensores que operam com campo eletro-magnético, portanto detectam apenas materiais ferromagnéticos.
Os sensores indutivos, são soluções ideais de baixo custo, para detecção de objetos metálicos, sendo extensamente aplicados em sistemas de automação, por suportarem ambientes agressivos, onde é requerido alto grau de proteção e robustez. São utilizados em diversos segmentos da indústria, como automobilística, têxtil, papel e celulose, impressão, processamento de plástico, linhas de montagem e em industrias de processos. O princípio de funcionamento por indução e a longa experiência e conhecimentos transformaram os sensores indutivos de proximidade no que são hoje em dia, sensores absolutamente confiáveis com alta precisão e longa durabilidade, graças ao funcionamento livre de desgaste. bem como sua insensibilidade à temperatura, ruídos, luz e água.
Capacitivos → São sensores que operam com o principio de capacitância, detectam todos os tipos de materiais.
São sensores capazes de detectar a aproximação de objetos sem a necessidade de contato físico, tal qual os sensores indutivos, porém com principio de funcionamento baseado na variação da capacitância. Os sensores de proximidade capacitivos são amplamente utilizados para detecção de materiais que apresentam condutividade dielétrica, podendo estar em estado sólido, líquido ou em pó e materiais orgânicos como madeira, papel e derivados de plásticos.
Indicados para detecção sem contato e livre de desgaste de objetos metálicos (condutivos elétricos) e objetos não-metálicos (não condutivos).
A linha de sensores comerciais é capaz de detectar a presença de materiais a uma distância de 0 a 20 mm, com conexão do sensor podendo ser realizada através de conector ou cabo. A alimentação pode ser de 10 a 65 VCC, ou 20 a 250 VCA, de acordo com o que a aplicação solicitar.
Ópticos → São sensores que operam com emissão de luz, estes detectam todos os tipos de materiais.
Os sensores fotoelétricos (Ópticos) reconhecem todos os objetos independente de sua natureza, seja metal, madeira ou plástico. Para detectar objetos transparentes existem versões especiais em forma e em corpo miniatura.
Com as variantes especiais, como o sensor de cor ou o leitor de marcas impressas, é possível detectar também diferenças de cor ou de contraste. A versão com laser analógico permite medições exatas de distâncias e controles de posição.
Os sensores de proximidade fotoelétricos são amplamente utilizados nas mais diversas áreas, como em linhas de empacotamento, paletizadoras, processamento de papel e plástico, indústrias têxteis, detecção de marcas, cores e de objetos transparentes.
A linha de comerciais ainda conta com dispositivos de fibras-ópticas, laser, saídas analógicas e supressão de fundo, apresentando uma grande variedade de formatos e distâncias de detecção, para atender as necessidades de sua aplicação.
Ultra-sônicos → São sensores que operam com emissão e reflexão de um feixe de ondas acústicas. A saída comuta quando este feixe é refletido ou interrompido pelo material a ser detectado.
O princípio de funcionamento dos sensores ultra-sônicos está baseado na emissão de uma onda sonora de alta freqüência, e na medição do tempo levado para a recepção do eco produzido quando esta onda se choca com um objeto capaz de refletir o som.
Eles emitem pulsos ultra-sônicos ciclicamente. Quando um objeto reflete estes pulsos, o eco resultante é recebido e convertido em um sinal elétrico.
A detecção do eco incidente, depende de sua intensidade e esta da distância entre o objeto e o sensor ultra-sônico. Os sensores ultra-sônicos funcionam medindo o tempo de propagação do eco. Isto é, o intervalo de tempo medido entre o impulso sonoro emitido e o eco do mesmo. A construção do sensor faz com que o feixe ultra-sônico seja emitido em forma de um cone.
Pneumáticos → São sensores que se baseiam no desequilíbrio da pressão em uma determinada conexão do sensor. A saída comuta quando um jato de ar através do mesmo é alterado pela presença de um objeto.

Este arquivo poderá ser baixado em: 17_03_007 CAI Aula 17 - Elementos de Entrada de Sinais e Comando Eletropneumático.pdf

© Direitos de autor. 2017: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 10/03/2017