terça-feira, 29 de setembro de 2026

Livro - Acionamentos Hidráulicos e Eletro-Hidráulicos Industriais - Prof. Sinésio Raimundo Gomes

Baixe  o livro no Link:
<< Acionamentos Hidráulicos e Eletro-Hidráulicos Industriais
 - Elaborado  por Sinésio Raimundo Gomes
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Neste livro você encontrará diferentes circuitos para acionamentos hidráulicos e eletro-hidráulicos que você deve conhecer e que, com certeza, você precisará em seu dia a dia, seja no teste de admissão em uma empresa, em uma prova de concurso público ou mesmo quando for solicitado para realizar  uma intervenção corretiva, preventiva ou preditiva em uma máquina que possua estes equipamentos.
Tenha sempre em mente que, mesmo que saiba da existência de recursos eletrônicos para o acionamento de circuito eletro-hidráulicos, os acionamentos convencionais sempre existirão e você será cobrado direta ou indiretamente a respeito de seu funcionamento, interpretação e desenvolvimento.

© Direitos de autor. 2020: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 15/09/2020

Ex 06 - Circuitos Eletropneumáticos Básicos - Comando Eletropneumático com bloqueio

Figura 01: Esboço de Disposição e solução.
Distribuição de caixas: O deslocamento de uma esteira de rolos deve ser efetuado mediante o acionamento de dois botões, de forma tal que, na liberação destes deve manter a posição correspondente. as duas solenóides não devem ser acionadas ao mesmo tempo e deve ter uma botoeira para desligar o circuito.
Solução: Acionando-se a botoeira S 1, a válvula Y1 muda de posição pelo comando do contator K1. A haste do cilindro de dupla ação avança deslocando a esteira de rolos para a segunda posição. Esta posição será mantida ate que seja emitido um sinal seguinte por meio da botoeira S2 que, pilotando em K2, a válvula Y2 leva esta ultima a comutação, provocando o retorno da haste do cilindro.
Este diagrama eletropneumático elaborado pelo Prof. Sinésio Gomes está disponíveis no link: 17_03_34  Ex 04 - Distribuição de caixas - Acionamento  com bloqueio  ;
© Direitos de autor. 2017: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 17/05/2017

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

EX 05 - Circuitos Eletropneumáticos Básicos - Comando indireto retentivo de um atuador de simples ação

Você foi contratado com Auxiliar Técnico em uma Empresa de Fabricação de Painéis Pneumáticos para utilização em uma Máquina que dispões de um dispositivo molda chapas, onde o funcionamento é definido através de um circuito eletropneumático com comando manual.

Na atuação de seu trabalho lhe foi passado pelo gerente à proposta de desenvolver junto com seu colega de setor: o Croqui, o Diagrama Eletropneumático, a Descrição de Funcionamento e a Lista de Peças do conjunto a ser montada pela equipe técnica segundo as especificações descritas em manual de fabricante.
Diagrama disponível em:
15_02_011 Molda Chapa Eletropneumático.pdf
O funcionamento deste dispositivo baseia-se no avanço de um cilindro de simples ação que molda chapas, retornando em seguida à sua posição inicial para uma nova alimentação. O avanço do atuador ocorre através do acionamento de um botão e o recuo pelo acionamento de outro botão.

© Direitos de autor. 2014: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 26/02/2015

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

EX 04 - Circuitos Eletropneumáticos Básicos - Comando indireto retentivo de um atuador de simples ação

Por intermédio de uma Botoeira Verde 1.2 (NA), deve-se fixar peças em uma morsa. A peça deverá permanecer fixa ao ser liberado o acionamento da botoeira.
Solução: Acionado-se a válvula direcional 3/2 vias, a haste do cilindro avança. Ao liberar-se o contator através da botoeira 1.2 a haste do cilindro permanece avançada por causa do selo. O retorno efetua-se pelo destravamento através de outra Botoeira Vermelha 1.1 (NF).

Este diagrama eletropneumático elaborado pelo Prof. Sinésio Gomes está disponíveis no link: Diagrama eletropneumático 01:  EX01 Fixa Peças - Retentivo ;

© Direitos de autor. 2017: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 15/05/2017


terça-feira, 22 de setembro de 2026

EX 03 - Circuitos Eletropneumáticos Básicos - Comando direto retentivo de um atuador de simples ação

 EX03 - Acionamento Eletropneumático Direto Retentivo

O funcionamento deste dispositivo baseia-se no avanço de um atuador de simples ação que fixa as peças, mantendo a  sua posição após acionamento.
O avanço do atuador ocorre através do acionamento de um botão e o retorno pelo desacionamento do mesmo.
Elaborar o circuito pneumático com acionamento direto para este dispositivo e relacionar os componentes a serem utilizados.
Este diagrama pneumático elaborado pelo Prof. Sinésio Gomes está disponíveis no link:  Exercício 33 - Dispositivo que fixa Peças Eletropneumático;
 
© Direitos de autor. 2017: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 03/05/2026

sábado, 19 de setembro de 2026

EX 02 - Circuitos Eletropneumáticos Básicos - Comando direto negado de um atuador de simples ação

Exercício 32 - Dispositivo de Abertura de Caldeira
A figura 01 representa um dispositivo de abertura de caldeira.Um cilindro de simples ação tem a função de abrir e fechar a porta de uma caldeira e deverá ser controlado por uma eletroválvula direcional com retorno por mola , sendo que , no acionamento promove-se o recuo, no desacionamento, o avanço.
Elaborar o circuito pneumático com acionamento direto para este dispositivo e relacionar os componentes a serem utilizados.
Este diagrama pneumático elaborado pelo Prof. Sinésio Gomes está disponíveis no link: 17_03_32 - Exercício 32 - Dispositivo de Abertura de Caldeira Eletropneumático ;
© Direitos de autor. 2017: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 03/04/2017

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

EX 01 - Circuitos Eletropneumáticos Básicos - Comando direto coincidente de um atuador de simples ação

EX01 - Acionamento Eletropneumático Direto Coincidente
O funcionamento deste dispositivo baseia-se no avanço de um atuador de simples ação que desloca as peças para dentro de um sistema, retornando em seguida à sua posição inicial para uma nova alimentação.
O avanço do atuador ocorre através do acionamento de um botão e o retorno pelo desacionamento do mesmo.
Elaborar o circuito pneumático com acionamento direto para este dispositivo e relacionar os componentes a serem utilizados.
Este diagrama pneumático elaborado pelo Prof. Sinésio Gomes está disponíveis no link: 17_03_31 - Exercício 31 - Dispositivo que Desloca Peças Eletropneumático;
© Direitos de autor. 2017: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 03/05/2017

domingo, 13 de setembro de 2026

Aula 21 - Elementos de Entrada de Sinais e Comando Eletropneumático

Elementos de entrada de sinais elétricos
São elementos que quando acionados emitem um sinal elétrico, que tem como função acionar ou desligar um circuito ou parte dele. Entre os principais elementos de entrada de sinais estão:

Botoeiras → São chaves elétricas acionadas manualmente que apresentam, geralmente, um contato aberto e outro fechado. De acordo com o tipo de sinal a ser enviado ao comando elétrico, as botoeiras são caracterizadas como pulsantes ou com trava. Veja ilustração da botoeira não pressionada.

Chaves fim de curso → Possuem o mesmo funcionamento das botoeiras, porém, o acionamento é através do próprio equipamento, ou seja, são acionadas mecanicamente. As chaves fim de curso são, geralmente, posicionadas no decorrer do percurso de cabeçotes móveis de máquinas e equipamentos industriais, bem como das hastes de cilindros hidráulicos e ou pneumáticos.

Sensores → Não necessitam de contato manual ou mecânico para o envio de sinal, são elementos mais sofisticados, porém, a função é a mesma dos elementos anteriores. O acionamento dos sensores, entretanto, não depende de contato físico com as partes móveis dos equipamentos, basta apenas que estas partes aproximem-se dos sensores a uma distância que varia de acordo com o tipo de sensor utilizado.

Tipos de sensores
Para especificar um sensor deve-se conhecer o material do objeto à detectar. Os tipos de sensores mais comuns são:
Magnéticos → São sensores que operam com campo magnético, detectam apenas magnetos.
Os Sensores Magnéticos atuam por meio de campos magnéticos e são especialmente utilizados para detecção de posicionamento de pistão em cilindros pneumáticos. Usados para a detecção de posições sem contato ou desgaste e ruptura, por exemplo, na indústria de alimentos em combinação com os dispositivos de limpeza que passam pelo interior das tubulações, podem acusar a presença de ímãs através de paredes de metal não-ferroso, aço inoxidável, alumínio, plástico ou madeira, desde que os campos magnéticos penetrem em todos os materiais não-magnetizáveis. Utilizáveis para instalação faceada ou não, encontram-se disponíveis em vários modelos para aplicações orientadas. Tensão de alimentação VCC/VCA e grau de proteção IP67
Indutivos → São sensores que operam com campo eletro-magnético, portanto detectam apenas materiais ferromagnéticos.
Os sensores indutivos, são soluções ideais de baixo custo, para detecção de objetos metálicos, sendo extensamente aplicados em sistemas de automação, por suportarem ambientes agressivos, onde é requerido alto grau de proteção e robustez. São utilizados em diversos segmentos da indústria, como automobilística, têxtil, papel e celulose, impressão, processamento de plástico, linhas de montagem e em industrias de processos. O princípio de funcionamento por indução e a longa experiência e conhecimentos transformaram os sensores indutivos de proximidade no que são hoje em dia, sensores absolutamente confiáveis com alta precisão e longa durabilidade, graças ao funcionamento livre de desgaste. bem como sua insensibilidade à temperatura, ruídos, luz e água.
Capacitivos → São sensores que operam com o principio de capacitância, detectam todos os tipos de materiais.
São sensores capazes de detectar a aproximação de objetos sem a necessidade de contato físico, tal qual os sensores indutivos, porém com principio de funcionamento baseado na variação da capacitância. Os sensores de proximidade capacitivos são amplamente utilizados para detecção de materiais que apresentam condutividade dielétrica, podendo estar em estado sólido, líquido ou em pó e materiais orgânicos como madeira, papel e derivados de plásticos.
Indicados para detecção sem contato e livre de desgaste de objetos metálicos (condutivos elétricos) e objetos não-metálicos (não condutivos).
A linha de sensores comerciais é capaz de detectar a presença de materiais a uma distância de 0 a 20 mm, com conexão do sensor podendo ser realizada através de conector ou cabo. A alimentação pode ser de 10 a 65 VCC, ou 20 a 250 VCA, de acordo com o que a aplicação solicitar.
Ópticos → São sensores que operam com emissão de luz, estes detectam todos os tipos de materiais.
Os sensores fotoelétricos (Ópticos) reconhecem todos os objetos independente de sua natureza, seja metal, madeira ou plástico. Para detectar objetos transparentes existem versões especiais em forma e em corpo miniatura.
Com as variantes especiais, como o sensor de cor ou o leitor de marcas impressas, é possível detectar também diferenças de cor ou de contraste. A versão com laser analógico permite medições exatas de distâncias e controles de posição.
Os sensores de proximidade fotoelétricos são amplamente utilizados nas mais diversas áreas, como em linhas de empacotamento, paletizadoras, processamento de papel e plástico, indústrias têxteis, detecção de marcas, cores e de objetos transparentes.
A linha de comerciais ainda conta com dispositivos de fibras-ópticas, laser, saídas analógicas e supressão de fundo, apresentando uma grande variedade de formatos e distâncias de detecção, para atender as necessidades de sua aplicação.
Ultra-sônicos → São sensores que operam com emissão e reflexão de um feixe de ondas acústicas. A saída comuta quando este feixe é refletido ou interrompido pelo material a ser detectado.
O princípio de funcionamento dos sensores ultra-sônicos está baseado na emissão de uma onda sonora de alta freqüência, e na medição do tempo levado para a recepção do eco produzido quando esta onda se choca com um objeto capaz de refletir o som.
Eles emitem pulsos ultra-sônicos ciclicamente. Quando um objeto reflete estes pulsos, o eco resultante é recebido e convertido em um sinal elétrico.
A detecção do eco incidente, depende de sua intensidade e esta da distância entre o objeto e o sensor ultra-sônico. Os sensores ultra-sônicos funcionam medindo o tempo de propagação do eco. Isto é, o intervalo de tempo medido entre o impulso sonoro emitido e o eco do mesmo. A construção do sensor faz com que o feixe ultra-sônico seja emitido em forma de um cone.
Pneumáticos → São sensores que se baseiam no desequilíbrio da pressão em uma determinada conexão do sensor. A saída comuta quando um jato de ar através do mesmo é alterado pela presença de um objeto.

Este arquivo poderá ser baixado em: 17_03_007 CAI Aula 17 - Elementos de Entrada de Sinais e Comando Eletropneumático.pdf

© Direitos de autor. 2017: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 10/03/2017


quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Aula 20 - Estrutura de Circuitos Eletropneumáticos

A fonte de alimentação  de ar comprimido é ligado às máquinas através dos circuitos eletropneumáticos que são compostos de:  Filtro (8),  Regulador de pressão (9), Medidor de pressão (10), Válvula de Controle (11), Válvula de Limitação (12),  Cilindro Pneumático (13) e Detectores de Posição (14).
Neste circuito eletropneumático de controle básico, o ar   fará com que a haste  do cilindro avance para fora, para isso há uma solenóide que permitir a passagem de ar para dentro do cilindro, esta válvula  é chamada de a válvula de controle de direção.
A válvula é operada por um solenóide (bobina eletromagnética) onde a corrente elétrica gera um campo eletromagnético, e é este movimento de mecanismos (mecânica) que irá permitir a passagem de ar.
Com uma botoeira você controla a alimentação da bobina, isso é o que controla o avanço do atuador pneumático de ação simples.
As válvulas   servem para o controle elétrico da atuação da haste do cilindro pneumático (também pode ser usado com cilindros  hidráulicos).
Geralmente há dois tipos de figuras, o circuito de controle e o circuíto de potência. O diagrama de controle é a representação gráfica de um circuito elétrico e o circuíto pneumático é a representação funcional do circuito Pneumático.
No desenho é um duas representações do circuito de controle,  o número 1 é a simbologia ANSI e número 2 com simbologia ISO.
As válvulas solenóides são compostas por duas partes uma elétrica e uma mecânica, a  bobina (solenóide) representa a parte elétrica,   que por electromagnetismo, move-se uma haste de êmbolo, o que permite mecanicamente controle da direção do fluxo de ar que é a parte mecânica da válvula direcional.
A figura mostra os dois tipos de válvulas usadas: uma de ação simples com uma bobina e uma com duas bobinas geralmente utilizada em circuito com energia de fluido hidráulico. As válvulas solenóides são a interface do circuito de controle e de potência. Algumas válvulas permitem testes e   podem ser operadas manualmente, para verificar o funcionamento do circuito. As bobinas operam em tensão de corrente contínua nominais  de 24 volts.

Existem várias formas e caminhos para se projetar um circuito eletropneumático. Sendo circuitos lógicos e binários, podemos adotar o mesmo conceito da eletrônica digital. Para isso, na lógica existem dois estados possíveis: 0 quando não há sinal e 1 quando há sinal. Podemos fazer qualquer lógica combinacional utilizando apenas três funções lógicas básicas: “E”; “OU” e “NÃO”
Função “E” - Essa função se caracteriza por apresentar o nível lógico 1 na sua saída somente quando todas as suas entradas apresentarem nível lógico 1, como podemos ver pela sua tabela verdade da figura ao lado.
Se a chave A está aberta (A=0) e a chave B aberta (B=0), não haverá circulação de energia no circuito, a bobina não será acionada e o atuador ficará recuado (S=0). Se a chave A está fechada (A=1) e a chave B aberta (B=0), não haverá circulação de energia no circuito, a bobina não será acionada e o atuador ficará recuado (S=0). Se a chave A está aberta (A=0) e a chave B fechada (B=1), não haverá circulação de energia no circuito, a bobina não será acionada e o atuador ficará recuado (S=0). Se a chave A está fechada (A=1) e a chave B fechada (B=1), haverá circulação de energia no circuito e a bobina será acionada e o atuador irá avançar (S=1).
Observando todas as quatro situações possíveis (interpretações), é possível concluir que o atuador irá avançar somente quando as chaves A e B estiverem simultaneamente fechadas (A=1 e B=1).
Função “OU” - Essa função se caracteriza por apresentar o nível lógico 1 na sua saída quando alguma das suas en-tradas apresentar nível lógico 1, como podemos ver na sua tabela verdade da figura ao lado.
Se a chave A está aberta (A=0) e a chave B aberta (B=0), não haverá circulação de energia no circuito, a bobina não será acionada e o atuador ficará recuado (S=0). Se a chave A está fechada (A=1) e a chave B aberta (B=0), haverá circulação de energia no circuito e a bobina será acionada e o atuador irá avançar (S=1). Se a chave A está aberta (A=0) e a chave B fechada (B=1), haverá circulação de energia no circuito e a bobina será acionada e o atuador irá avançar (S=1). Se a chave A está fechada (A=1) e a chave B fechada (B=1), haverá circulação de energia no circuito e a bobina será acionada e o atuador irá avançar (S=1).
Observando todas as quatro situações possíveis (interpretações), é possível concluir que o atuador irá avançar quando a chave A ou a chave B ou ambas estiverem fechadas (A=1 e B=1).
Função “NÃO” - Função também conhecida como inversora, isto é, o sinal de saída é o sinal de entrada invertido, como podemos ver na sua tabela verdade da figura ao lado.
Usando as mesmas convenções dos circuitos anteriores, tem-se que: Quando a chave A na está acionada (A=0), passará corrente pela bobina e o atuador avançará (S=1). Quando a chave A está acionada (A=1), não passará corrente pela bobina e o atuador ficará recuado (S=0).
Podemos fazer qualquer circuito que envolva uma lógica combinacional com as lógicas “E”, “OU” e “NÃO”.
Aplicação de Circuito Eletropneumático: Neste exercício deve ser elaborado um circuito eletropneumático com um cilindro de simples ação onde é executado esforço somente no avanço do cilindro que expulsa o frasco que estiver sem tampa.
Deve ser entregue o diagrama do circuito elétrico e pneumático, alem da lista de material.

Este arquivo pode ser baixado em: 16_03_007 CAI Aula 07 - Circuito Eletropneumático.pdf

© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 10/03/2016

domingo, 6 de setembro de 2026

AV03 - Circuitos Pneumáticos Automáticos - Diagrama Trajeto Passo para controle de Carimbadeira

Em um processo de usinagem para marcação de peças usa-se um dispositivo composto por duas fases:  uma de fixação e outra de marcação propriamente dita.
As duas fases são realizadas por atuadores pneumáticos de dupla ação. A peça é colocada manualmente na posição de trabalho e o acionamento de um botão inicia o processo. Para evitar danos à peça, a marcação (avanço e retorno ) deve ser feito lentamente. Baseado no diagrama Trajeto-Passo, elaborar o circuito pneumático.
O diagrama pneumático pode ser baixado em: 20_02_01 - Diagrama Trajeto-Passo Escamoteável Prende Marca.
© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 24/02/2016